Problemas Ambientais

Introdução:

Os problemas ambientais surgiram com a evolução do homem, desde quando começou-se  a descobrir a tecnologia. A terra esteve protegida durante muito tempo, foi só ocorrer o surgimento do homem na natureza que tudo começou a mudar e gerou o que conhecemos hoje como problemas ambientais.

No mundo são feitas, até os dias atuais, campanhas e projetos para salvar a natureza, pois ela é a nossa fonte de vida, principalmente no que se diz respeito à água. Tudo serve de alerta à sociedade, que na maioria das vezes se mostra despreocupada com o meio ambiente.

A poluição das águas e do ar são os mais graves problemas ambientais , pois ninguém vive sem água e muito menos sem respirar.

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Poluição das águas:

A água é um bem precioso que é cada vez mais tema de discussões e debates mundiais pelo risco de sua extinção e suas consequências para o homem.  Hoje em dia há uma preocupação muito grande por parte das autoridades mundiais no que diz respeito à escassez da água, pois a falta dela, consequentemente, acarretará  a inexistencia do homem no mundo.  O uso irracional e a poluição de fontes importantes (rios e lagos) podem ocasionar a falta de água doce muito em breve.

A poluição dos mares afetam também a vida marinha, alterando o ciclo da cadeia alimentar dos peixes, tubarões, baleias, etc.  A poluição das águas contamina os peixes e consequentemente o homem.

O esgoto lançado nos mares pode tornar as praias impróprias para o banho e ainda transformar os mares em fontes de contaminação por vírus e bactérias.   

 

Poluição das águas

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Poluição do ar:

A poluição é consequência da atividade humana. Com tanta evolução tecnológica e industrial,  quem mais sofre, infelizmente, é a natureza. 

A fumaça que sai das indústrias polui profundamente o ar que respiramos, causando também transtornos à saúde do homem. Hoje em dia, há uma preocupação maior com a fumaça liberada na atmosfera e grande parte das indústrias usam filtros para diminuir o grau de poluição.

O crescimento industrial acelerado tornou-se uma grande ameaça à natureza, pois o homem, anos atrás, não conhecia o que chamamos, hoje, de desenvolvimento sustentável.

O CO2 produzido pelas fogueiras do homem primitivo não agredia a natureza e nem tampouco poluía o ar, pois a fumaça produzida era facilmente absorvida pelas plantas. Hoje em dia, não usamos a tão primitiva fogueira, mas, muitas das vezes, usamos algo  moderno  e que contribui para mais um ato de agressão ao ecossistema.

Poluição do ar 

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Chuva ácida:

A chuva ácida é uma das principais consequências da poluição do ar. As queimas de carvão ou de derivados de petróleo liberam resíduos gasosos. A reação dessas substâncias com a água forma ácido nítrico e ácido sulfúrico, presentes nas precipitações de chuva ácida. Os poluentes do ar são carregados pelos ventos e viajam milhares de quilômetros; assim, as chuvas ácidas podem cair a grandes distâncias das fontes poluidoras, prejudicando outros países.

O solo empobrece e a vegetação fica comprometida. A acidificação prejudica os organismos em rios e lagoas, comprometendo a pesca. Monumentos de mármore são corroídos, aos poucos, pela chuva ácida.

 

Chuva ácida  

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Desmatamento:

 O desmatamento, nas florestas brasileiras, começou no instante da chegada dos portugueses ao nosso país, no ano de 1500. Interessados no lucro com a venda do pau-brasil na Europa, os portugueses iniciaram a exploração da Mata Atlântica. As caravelas portuguesas partiam do litoral brasileiro carregadas de toras de pau-brasil para serem vendidas no mercado europeu. Enquanto a madeira era utilizada para a confecção de móveis e instrumentos musicais, a seiva avermelhada do pau-brasil era usada para tingir tecidos.

Desde então, o desmatamento em nosso país foi uma constante. Depois da Mata Atlântica, foi a vez da Floresta Amazônica sofrer as consequências da derrubada ilegal de árvores. Em busca de madeiras de lei como o mogno, por exemplo, empresas madereiras instalaram-se na região amazônica para fazer a exploração ilegal.

Embora os casos da Floresta amazônica e da Mata Atlântica sejam os mais problemáticos, o desmatamento ocorre nos quatro cantos do país. Além da derrubada predatória para fins econômicos, outras formas de atuação do ser humano têm provocado o desmatamento. A derrubada de matas tem ocorrido também nas chamada frentes agrícolas. Para aumentar a quantidade de áreas para a agricultura, muitos fazendeiros derrubam quilômetros de árvores para o plantio.

 O crescimento das cidades também tem provocado a diminuição das áreas verdes. O crescimento populacional e o desenvolvimento das indústrias demandam áreas amplas nas cidades e arredores. Áreas enormes de matas são derrubadas para a construção de condomínios residenciais e polos industriais. Rodovias também seguem nesse sentido. Cruzando os quatro cantos do país, estes projetos rodoviários provocam a derrubada de grandes faixas de florestas. 

Outro problema sério, que provoca a destruição do verde, são as queimadas e incêndios florestais. Muitos deles ocorrem por motivos econômicos. Proibidos de queimar matas protegidas por lei, muitos fazendeiros provocam esses incêndios para ampliar as áreas para a criação de gado ou para o cultivo. Também ocorrem incêndios por pura irresponsabilidade de motoristas. Bombeiros afirmam que muitos incêndios têm como causa inicial as pontas de cigarros jogadas nas beiradas das rodovias.

Este problema não é exclusivo do nosso país. No mundo inteiro, o desmatamento ocorreu e ainda está ocorrendo. Nos países em desenvolvimento, principalmente asiáticos, como a China, quase toda a cobertura vegetal foi explorada. Estados Unidos e Rússia também destruíram suas florestas com o passar do tempo.

Embora todos esses problemas ambientais estejam ainda ocorrendo, verifica-se uma diminuição significativa em comparação ao passado. A consciência ambiental das pessoas está alertando para a necessidade de uma preservação ambiental. Governos de diversos países e ONGs de meio ambiente têm atuado no sentido de criar legislações mais rígidas e uma fiscalização mais atuante para combater o crime ecológico. As matas e florestas são de extrema importância para o equilíbrio ecológico do planeta Terra e para o bom funcionamento climático. Espera-se que, no início deste novo século, o homem tome consciência destes problemas e comece a perceber que antes do dinheiro está a vida de nosso planeta e o futuro das próximas gerações.

O desmatamento numa determinada região pode provocar o processo de desertificação (formação de desertos e regiões áridas). Este processo vem ocorrendo no sertão nordestino e no cerrado de Tocantins nas últimas décadas. 

 Veja imagens de desmatamento:

 O aquecimento global e a destruição da camada de ozônio:

Todos os dias acompanhamos na televisão, nos jornais e revistas as catástrofes climáticas e as mudanças que estão ocorrendo, rapidamente no clima mundial. Nunca se viram mudanças tão rápidas e com efeitos devastadores como têm ocorrido nos últimos anos.

A Europa tem sido castigada por ondas de calor de até 40º graus centígrados; ciclones atingem o Brasil (principalmente nas costas sul e sudeste); o número de desertos aumenta a cada dia; fortes furacões causam mortes e destruição em várias regiões do planeta; e as calotas polares estão derretendo (fator que pode ocasionar o avanço dos oceanos sobre cidades litorâneas).  

Pesquisadores do clima mundial afirmam que este aquecimento global está ocorrendo em função do aumento da emissão de gases poluentes, principalmente derivados da queima de combustíveis fósseis (gasolina, díesel, etc.), na atmosfera. Estes gases (ozônio, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e  monóxido de carbono) formam uma camada de poluentes de difícil dispersão, causando o famoso efeito estufa. Este fenômeno ocorre, pois estes gases absorvem grande parte da radiação infra-vermelha emitida pela Terra, dificultando a dispersão do calor.

 O desmatamento e a queimada de florestas e matas também colaboram para este processo. Os raios do Sol atingem o solo e irradiam calor na atmosfera. Como essa camada de poluentes dificulta a dispersão do calor, o resultado é o aumento da temperatura global. Embora este fenômeno ocorra de forma mais evidente nas grandes cidades, já se verifica suas conseqüências em nível global. 

A camada de ozônio tem um papel muito importante para a Terra, pois ela retém os raios ultravioletas, fazendo com que os raios solares não cheguem tão agressivos a Terra.  Com a camada de ozônio destruída, os raios batem mais intensamente na Terra, fazendo com que a temperatura aumente, o que provoca transtornos ao homem e aos demais seres vivos da Terra.

O gás CFC é o grande responsável pela destruição da camada de ozônio.  A ultilização desse gás não causa problemas  junto à superfície terrestre, pois ele não é tóxico.  Entretanto, ao atingir altitudes de 35 e 55 Km (faixa de concentração da camada de ozônio), os átomos de cloro fixam-se às moléculas de ozônio, destruindo-as.

 

O efeito estufa:

 O efeito estufa é um fenômeno natural que mantém a Terra superaquecida, ao impedir que os raios solares sejam refletidos para o espaço e que o planeta perca seu calor. Ele é consequência das  intensas atividades humanas, sendo a principal delas a liberação de CO2 (gás carbônico) na atmosfera, que é um dos gases que naturalmente contribuem para a o efeito estufa normal do planeta, mas que agora, com seu aumento estrondoso, pode intensificar esse efeito, levando a uma aquecimento maior do planeta, o que provocará o derretimento das calotas polares e, em consequência disso, acarretará um aumento no nível dos oceanos, causando as inundações em cidades litorâneas. 

A principal fonte de liberação de CO2 é a queima de combustíveis fósseis (combustíveis derivados do petróleo, como a gasolina, carvão e gás natural). Outros gases liberados pelo homem também aumentam o efeito estufa. São eles: o Metano, CFC e outros.

                                                                                                                               Consequências:

Mudança nos regimes de chuvas. Poderá chover menos em determinadas regiões e mais em outras. 

Doenças que hoje são tipicamente de regiões tropicais, como a malária e a febre amarela, poderão atingir regiões em que hoje não são encontradas. 

A agricultura será seriamente afetada, isso porque a agricultura depende muito do clima e,  com a mudança deste, regiões que hoje são propícias para a prática da agricultura poderão  tornar-se áridas. 

Aquecimento das Grandes Cidades. As cidades geralmente apresentam temperaturas mais altas do que as áreas menos habitadas e, com o aumento do efeito estufa, essas temperaturas vão subir ainda mais,  o que poderá afetar a saúde da população. 

Falta de Energias. Países como o Brasi, que tem na energia hidrelétrica sua maior fonte, poderão sofrer com a falta de chuvas, o que acarretará menos águas nos reservatórios.  

 Extinção de espécies animais e vegetais, que hoje são restritas a determinados ecossistemas, poderão desaparecer com o aquecimento.

           

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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